Morro dos Ventos Uivantes


"Eu não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma" - Heathcliff, em O Morro dos Ventos Uivantes.


"Se tudo o mais perecesse e enquanto ele perdurasse, eu ainda continuaria a existir; e se tudo o mais restasse e ele fosse aniquilado, o universo se tornaria muito mais estranho" - Catherine, em O Morro dos Ventos Uivantes.



Nada como uma insônia para a pessoa vir escrever aqui, sim até porque está todo mundo que é normal dormindo, menos a anormal aqui... E como hoje já é amanhã (oi?) aqui estou eu para falar sobre livros, de novo, acho que minha criatividade está indo para as cucuias.

Um dos livros que eu mais gosto, que não é fácil de ler, é do período gótico da literatura inglesa, O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë. Das irmãs Brontë, todas autoras, Emily foi a que mais sucesso fez por conta deste único livro, apesar de eu também haver gostado de Jane Eyre, escrito por sua irmã Charlotte.

A primeira vez que li este livro eu tinha 14 anos, e lembro bem disso por causa da primeira edição do Rock In Rio (tou ficando velha, hein?). Depois disso já o reli pelo menos umas 5 vezes e nunca entendi porque era fascinada por um romance tão difícil, até que a escritora norte-americana Stephenie Meyer, sim ela mesma, autora do best-seller Crepúsculo, desvendou este mistério e para mim foi quem melhor entendeu a fascinação que este livro exerce, até porque para esta mulher graduada em literatura inglesa, este livro é tão marcante quanto os de Jane Austen, ou Sheakspeare, quem leu os livros da série Crepúsculo sabe a que me refiro, já que em praticamento todos os 4 volumes ela faz referência a algum destes autores.

No livro Eclipse, a personagem Bella tenta explicar a Edward porque ela lê o livro repetidas vezes, ela diz:

"O amor dos dois é a qualidade redentora".

Pois é, precisou vir uma mulher lá dos confins dos EUA, escrever um livro para adolescentes para que entendesse o que me fascina No Morro dos Ventos Uivantes e que é tão óbvio, o amor. Este blá, blá, blá todo para dizer que eu sempre esqueço de falar sobre ele na minha lista dos mais, mais, mas que ele está lá e bem perto do O Amor nos Tempos do Cólera que todo o mundo, e a galera de Jupter também, sabem que é meu livro preferido. Enfim, falou de amor, estou dentro. E esse meu jeito de ser, nem Freud explica.

Mas, como diz uma música belíssima da igreja católica "Eu adorarei, ao Deus da minha vida, que me compreendeu sem nenhuma explicação", ao menos Ele me entende.

Beijos e uma ótima terça-feira para todos, que já é 1h de la matina e eu vou deitar para fingir que durmo ;)

Comentários

Nanda disse…
Não sei se porque o li numa época complicada da minha vida; não fiquei muito fã. Agora amo a trilha do musical baseado na história; interpretada por Cliff Richard e Olivia Newton John. O clipe é meio breguinha, mas a música... Ahhh, a música: http://www.youtube.com/watch?v=ov57fQKzttU
Camille disse…
Ah que lindo post. Assisti o filme O Morro dos Ventos Uivantes na epocame que foi lançado, hehehehe. Bricandeira, sei la quando assisti e me lembro de uma cena que o morto volta e aparece um fantasma, aquilo me impressionou. Apesar de ser um filme antigo e sem recursos tecnicos, me impreesionou muito. Talvez por isso mesmo, nao sei. Quero ler o livro.
Espero que voce esteja bem feliz.
Beijos,
Cam
Zany disse…
Ah, Jan se vc. tivesse no msn poderíamos ter papeado um pouquinho, pois eu também madruguei junto com a minha irmã Vânia, que foi para o aeroporto 4 horas da madruga, pra viajar de volta pra casa(Porto Velho-RO).Bjs!!

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