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21 de julho de 2007

Gatinhas e Pan


Prato de Papa


Decididamente agora é comprovado...eu não sou uma mulher, sou um prato de papa. Esta semana me aperriei e chorei (Lou que o diga) mais do que uma arara(sei lá porque eu disse arara) por causa da gatinha, mas enfim arrumei um lar para ela...chorei um rio, mas ao menos sei que ela agora não vai ser mais envenenada. Ah! E a filhota foi junto.


No mais sigo sem ânimo para postar e vendo um jogo atrás do outro, ou uma disputa de natação, judô...enfim sou uma torcedora quase em tempo integral.


Não estou vendo mais jornais, e só vou comentar rapidamente sobre a tragédia de Congonhas para dizer que não gosto dessa coisa que todos fazem de ficar em cima dos familiares, putz minha gente, é muita dor, só eles sabem...acho um massacre o que certos meios de comunicação fazem. Vamos sim ajudar a tentar impedir que coisas terríveis como essa voltem a acontecer, mas sem sensacionalismo...


beijos mil no coração de todos, fiquem com Deus.

30 de junho de 2007

Sobre livros e formas de violência

Sobre livros e formas de violência.


Vou começar com o assunto chato, que é a violência e deixar para falar do outro que eu amo, que são os livros, para o término do post. Eu mesmo após os 10 anos do assassinato por filhinhos de papai do índio pataxó em Brasília, que diga-se de passagem estão todos soltos e bem, volto a me indignar e estarrecer com o que aconteceu no Rio de Janeiro, na Barra de Tijuca, onde mora a classe média alta carioca. Mais uma vez filhinhos de papai agem como se fossem os donos do mundo, que tudo podem porque têm dinheiro. O simples fato de agredir uma pessoa independente do sexo já me deixa doente, mas para piorar eles dizerem que agrediram a empregada doméstica orque confundiram-na com uma prostituta é o cúmulo de todos os limites. E prostituta não é gente? Não é um ser humano de merece viver com um mínimo de dignidade sem apanhar no meio da rua? Ah façam-me o favor de pedir parada do mundo que eu quero saltar...


O outro caso também tem a ver com violência e como nossas crianças estão sendo criadas, as mães estão cada vez mais sem noção, conseqüentemente não dão limites aos seus filhos que já crescem achando que podem tudo. Lembram da gatinha de rua que eu e algumas pessoas do prédio adotamos, pois é ela foi super maltratada mais uma vez e infelizmente eu estou com medo que da próxima vez os meninos cruéis que moram por aqui a matem, então ela e a filhinha dela que ainda mora por aqui estão sendo oferecidas em adoção. Se você mora em Recife e gota de gatos por favor entre em contato comigo, ela é super dócil, saudável, além de ser uma fofa, para quem se interessar tem umas fotos dela dela e da filhinha no meu flickr, é só clicar.


E agora saí para lá clima pesado que eu vou falar de um outro livro que acabei de ler ontem: Istambul: Memória e Cidade, de Orhan Pamuk. Aí que este ano eu já li e reli uma túia de livros bons, Travessuras da Menina Má de Vargas Llosa, De Amor e de Sombras de Isabel Alende, Os Fantasmas de Goya de Milos Forman Cien Años de Soledad de Gabriel Garcia Marquez e La Sombra del Viento de Carlos Ruíz Zafón (esses dois últimos imperdíveis) são os que eu mais lembro. Só que este Istambul são as memórias do autor sobre o período em que Constantinopla decididamente passa a ser Istambul, a divisão de um povo entre o Ocidente e o Oriente..enfim um livro maravilhoso e que faz você viajar, se eu já estava com vontade de ir a Turquia digamos que essa vontade agora triplicou.


Um cheiro no coração de todos e mais uma vez gracias pelas visitas.

17 de junho de 2007

Forró, forró e mais forró


Forró, forró e mais forró


E é assim todos os anos, o período junino é tão festivo e importante para o turismo e a cultura local quanto o carnaval, entretanto ao contrário do carnaval que é uma festa nitidamente mais recifense, mas da capital do Estado, o São João, e entenda-se por São João todos os demais santos: Santo Antônio, São Pedro e todo o mês de junho, é uma festa do interior, só quem já passou um São João no interior sabe o que eu estou falando. E quando eu falo interior não me refiro aos mega eventos que ocorrem em Caruaru e Gravatá, ou Campina Grande na Paraíba, eu me refiro àquele interior brabo, com casinhas simples, mesa farta e alegria saindo por todos os poros. Uma mega fogueira e um trio de forrozeiro complementam a festa.


Mas eu vou me contentando e bota contentando nisto com os forrós por aqui mesmo. Sábado passado fui para um, trabalhei muito porque era voluntaria, mas também dancei demais, e modéstia a parte eu sou uma exímia dançarina de forró. Ontem fui para outro forró, dancei menos, mas me diverti tanto quanto a de sábado, devagar e sempre vou colocando as fotos no flickr, e aí é só vocês darem um pulinho lá para ver.


Encerro o post com uma foto minha e da gatinha adotada que eu tirei ontem à noite, aqui embaixo no prédio, é bem verdade que ela não estava querendo tirar foto, mas saiu assim mesmo.


Um beijo enorme em todos vocês e obrigada pelas visitas.

50 Coisas...

 ...que talvez vocês não saibam sobre mim: 1. Já andei de gôndola em Veneza  (2004)e de planador na Academia da Força Aérea (1992), em Piras...