29 de janeiro de 2016

Sobre os desmandos e incompetência da GOL Linhas Aéreas ou Nunca Voe Gol

Esta semana, mais uma vez estive em Belém do Pará a trabalho, mas não é sobre a viagem a Belém que quero falar hoje e sim sobre o absurdo, desrespeito, abuso de autoridade, humilhação a qual eu e um grupo de passageiros fomos submetidos na noite de ontem, dia 28 de janeiro de 2016, no aeroporto de Fortaleza, pela GOL Linhas Aéreas ou @VoeGOLoficial, no Twitter e GOL Linhas Aéreas Inteligentes ( isso só pode ser uma piada) no Facebook.

Tudo teve início com o atraso de três horas, devido as condições climáticas, que o voo G3 1650 sofreu para sair de Belém, o horário de saída deste voo é 17h24,  mesmo que voos de outras empresas, como TAM e Azul não tenham sofrido tanto com o atraso, mas aí estamos falando de empresas que possuem funcionários competentes. O voo G3 1650, e tenho provas disso, sai de Belém, faz ESCALAS em São Luiz e Fortaleza e segue para Recife. Eu mesma já peguei este voo antes, e todos que são habituados a andar de avião, como é o meu caso, sabem que se houver alguma conexão no trecho de viagem são emitidos dois bilhetes, e não apenas um. Eu mesma já havia pego este voo anteriormente. Enfim, fizemos a escala em São Luiz, e seguimos para a ESCALA em Fortaleza.

Chegando em Fortaleza fomos informados em primeiro lugar para permanecermos sentados que o voo seguiria para Recife, poucos minutos depois, o mesmo comissário nos informou que deveríamos desembarcar em Fortaleza para uma troca de aeronaves, que aquela na qual estávamos seguiria para Teresina. de bom grado descemos para trocar de aeronave, mesmo já sendo dez e meia da noite e estarmos todos cansados, tendo em vista que quase todos os passageiros que seguiriam a viagem estavam voltando de uma viagem a trabalho. Qual não foi nossa surpresa quando assim que descemos uma funcionária da GOL nos disse que estávamos em CONEXÃO para Recife e que nosso voo sairia às cinco e meia da manhã. Indignados decidimos retornar ao nosso voo, o G3 1650 e seguir viagem para Recife.

Entretanto, qual não foi nossa surpresa quando a GOL enviou dois policias federais, um deles armado, para em uma demonstração de desrespeito e abuso de poder, dizer que éramos obrigados a deixar o voo e nos submeter aos desmandos da GOL, ou seríamos presos... O que me impressiona, é que lá só havia gente trabalhadora, que tinha pago por um voo, não estávamos quebrando nada, não ameaçamos ninguém, para sermos tratados pela polícia federal (que aqui no Brasil não é para proteger o cidadão, pelo visto) como se fossemos os errados, os marginais e a GOL que estava toda errada conseguiu o que queria, sem nos dar nenhuma satisfação.

Todos acreditamos que claro era uma questão de dinheiro, como o nosso o voo seguiria quase vazio para Recife, e o de Teresina deveria estar lotado, eles nos trataram como nada, e nos fizeram descer em Fortaleza. O tratamento que nos foi dispensado pelos funcionários da GOL Linhas Aéreas foi o pior possível. Lá mesmo no aeroporto fizemos um boletim de ocorrência, só conseguimos chegar ao hotel à uma hora e trinta minutos do dia 29 de janeiro de 2016, tendo que voltar para o aeroporto por volta das quatro da manhã para finalmente pegarmos nosso voo de volta para casa. Detalhe a GOL Linhas Aéreas nos deixou sem alimentação até este horário da madrugada, ou seja para um voo de sairia às 17h24 de Belém de um dia, e só conseguimos chegar a Recife às 7h da manhã do dia seguinte.

Neste voo havia um senhor vindo para o funeral do seu pai, após ser obrigado a descer em Fortaleza ele comprou uma passagem no valor de 700 reais, pois teve receio de não conseguir, se ficasse a mercê da GOL, chegar a tempo do sepultamento.

30 de dezembro de 2015

Marian Keyes

Sou fã desta autora irlandesa, desde o início dos anos 2000 quando li o primeiro livro que ela lançou: Melancia, e desde então sempre que ela lança um livro vou lá e compro, ou ganho, nem me interesso em saber sobre o que se trata, porque para mim os livros dela possuem uma qualidade que muito admiro, tratam de temas sérios, sem pieguices, e com um senso de humor maravilhoso.
Pode ser chick-lit, que seja, eu amo. Como já falei antes, amo os que narram as peripécias das irmãs Walsh, que começa com Melancia, seguido de Férias, Los Angeles, Tem Alguém Aí? e Chá de Sumiço. Ela trata de temas como dependência química, aborto, depressão, morte de uma forma que nos faz rir, mas sem perder o foco no tema sério do livro.
Enfim, domingo estive ma Cultura (minha perdição) e comprei o mais recente livro dela (foto ao lado) e o livro trata da história de uma mulher na faixa dos 40, que levava uma vida comum, uma típica dono de casa, mãe de família, que é acometida por uma doença autoimune muito rara e depois disso uma série de acontecimentos mudam sua vida.
Devorei o livro, tanto que comecei a ler no domingo à noite e já acabei e só não foi antes porque minhas férias acabaram semana passada.
Eu realmente recomendo, não só este como todos os livros da autora, e em especial os que nos fazem conhecer e nos apaixonar pela família irlandesa mais disfuncional e maravilhosa do mundo.

28 de dezembro de 2015

Balanço Anual ou 2015 em números.

Vamos aos números de 2015, nada de embromachion, papo reto:

Livros: 40 novos lidos, e outros 40 relidos, por motivos de um total de 80 livros não vou citar nomes aqui.

Cinema: total de 25 idas ao cinema, mas um número não tão alto de filmes assistidos, os do ano foram: Cinquenta Tons de Cinza, Insurgente, Vingadores, Poltergeist, Missão Impossível 5, Minions, 007 contra Spectre, A Esperança, o Final e Guerra nas Estrelas: O Despertar da Força.

Tatoos, duas feitas de uma tacada só, agora tenho cinco.

Viagens a trabalho: nove, e dentre elas estive em três cidades pela primeira vez: Ribeirão-PE, Santarém-PA e Teresina-PI.

Tweets: até o presente momento perto dos 95 mil (vício é vício)

Idade: 44 anos completados no último dia 21/12, mas como carinha de 33 e corpinho de 34...

18 de dezembro de 2015

Star Wars (sem spoiler, agradeçam ao Mark Hamill)

Fui assistir ao Retorno de Jedi no cinema Veneza, que não existe mais, aos 11 anos de idade. Saí do cinema apaixonada pelo filme e por Luke Skywalker. Vi os dois primeiros em VHS na casa de amigos, eu não tinha aparelho de vídeo em casa, e adorei, tanto que até hoje o meu queridinho é O Império Contra-Ataca. Meu cunhado comprou a trilogia e vivia mais aqui em casa que na casa da minha irmã.
E quando anunciaram os primeiro, A Ameaça Fantasma, eu surtei, lembro que estreiou aqui no dia 24 de junho, feriado de São João e literalmente entrei no shopping com a luz do dia e sai à noite. Nesta época não tinha venda antecipada, tão pouco lugar marcado. E aí confesso que me decepcionei. Vi os outros dois também quando foram lançados, e com o tempo me acostumei com eles. Eu tenho também os DVDs, mas confesso que assisto bem mais aos três primeiros que se tornaram os últimos (isso é uma confusão).
E aí claro que mais uma vez fiquei ansiosa com o lançamento de O Despertar da Força, gosto do J. J. Abrams e fui me empolgando quando soube das participações de Luke, Léia e Solo. E este filme não me decepcionou. Ele revisitou da melhor maneira possível os três últimos, teve humor na medida certa, como os das décadas de 70/80. E em meio a tudo isso deixou uma ótima história em aberto. Obrigada J. J. e você que ainda não foi ver o filme corra. E se for dos meus leve klinex porque o choro é livre!

15 de dezembro de 2015

Está chegando...

E não estou me referindo a 2016, e sim ao eu aniversário!
E vou mais uma vez contar coisinhas sobre mim que talvez vocês ainda não saibam.

1. Sou viciada em livros, muito, não passo um dia sem ler e comprei um Kobo (leitor digital) para poder andar com vários livros para cima e para baixo. Só este ano eu já li mais de 70 livros, sim isso mesmo que você leu; SETENTA!.

2. Não sou Anastasia Steele, mas já andei de planador, ou como também é conhecido, o voo à vela, Foi quando eu tinha 20 anos e estava na AFA (Academia da Força Aérea) em São Paulo. AMEI

3. Agora tenho cinco tatuagens, uma no final das costas do lado direito, a primeira, a joaninha. A segunda uma lua e estrela no punho esquerdo. A terceira uma frase abaixo do seio esquerdo. A quarta três corações atrás da orelha direita, e esta foi a que mais doeu. E a quinta uma frase na nuca. Como deu para perceber, adoro tatoos.

4. Este ano fui ao cinema ver filmes baseados em livros que amo, Mas, depois de amanhã vou ver um sétimo e inimaginável filme de Guerra na Estrelas, franquia que eu me apaixonei há mais de 30 anos, uma loucura.

5. Uma das minhas maiores paixões, além de livros e filmes, é viajar, nunca mais pude sair do país, já que meu salário não permite, mas quando posso viajo pelo Brasil que além de lindo, é de uma diversidade apaixonante.

Bem, era isso, claro que tem muito mais coisas sobre mim para falar, mas aí, vamos e convenhamos, esse post só acabaria em 2018, na Copa do Mundo.

19 de novembro de 2015

Opiniões divergentes

E aí, gostaram da mensagem subliminar do título? Hein? Hein?
Comprei sim e a capa eu amei, alguma coisa tinha que gostar.
E agora sou a feliz proprietária de três edições de Twilight
Gente, todo mundo que acompanha esse blog há 11 anos, ou que me conhece, sabe o quanto eu amo ler e o quanto fui e sou fã da Saga Crepúsculo, podem me julgar que eu não ligo, depois dos 40 (na verdade há um bom tempo, muito antes deles) eu gosto se você não gosta o problema é todo seu, sou muito segura de mim e do meu intelecto para me importar. Mas, como estava dizendo, amo de paixão Edward Cullen e tal. Ai, a autora da saga que completou 10 anos de lançamento do primeiro livro, Crepúsculo, este ano decide escrever um novo livro. Eu e a torcida do Flamengo com a esperança de que dessa vez finalmente sairia o Midnight Sun, que é Crepúsculo sob a ótica de Edward Cullen (adoroooooooooo), tal e qual a espertíssima E. L. James fez com o Grey, que é Cinquenta Tons de Cinza do ponto de vista de Christian.
Qual não foi minha surpresa quando ela decide lançar Crepúsculo com inversão de gêneros. O Edward se transforma em uma vampira chamada Edythe e a Bella se torna um humano chamado Beau. Devo salientar que minha implicância com Bella segue firme e forte.  Li o livro que com uma grande alteração no final, que não vou contar, claro, é igual a Crepúsculo. Então a minha pergunta é por que? Por que raios Stephenie Meyer fez isso? Eu detestei, não tem a menos graça e o final alternativo, para que não haja uma continuação é muito ruim. Enfim quem quiser ler leia, mas sério, muito melhor reler Crepúsculo.
E quanto a Sra. Meyer, amiga, escreve Midnight Sun que é mais negócio.

25 de agosto de 2015

Bookaholic

Parte dos meus livros.
De uma tacada só coloquei 100 livros no meu Kobo, detalhe, desses pelo menos 80 eu já havia lido e tenho em papel também, mas como amo reler, nenhum problema. E vocês devem estar se perguntando onde eu quero chegar com isso. Quero chegar ao número impressionante de livros que já li esse ano, dos novos foram 27 livros e relidos foram 43... ou seja 70 livros e só estamos em agosto! Sou viciada ou o quê?!
A necessidade de um leitor digital surgiu da falta de espaço em meu quarto para tantos livros e da praticidade de carregar os livros comigo para todos os lugares. O Kobo não pesa quase nada, tem luz para leitura à noite e de quebra cabem mais de 3.000 livros dentro dele. Tem como não amar?
Pronto, agora que já vim aqui ao blog tergiversar e tirar as teias de aranha vou voltar à leitura.

20 de julho de 2015

Dia do Amigo...

Amigas desde sempre!
Amigas que conheci pela internet, e uma aí no meio é de infância. 
É todo dia, mas já que hoje é a data para se comemorar, vamos lá. Não vou citar nomes, mas tenho alguns amigos maravilhosos, uns bem próximos, que vejo sempre, outros que estão longe, bem longe, mas dentro de mim, como parte da pessoa que sou. A internet ajudou a aproximar e também me fez conhecer pessoas lindas que nunca pensei, mas que se tornaram amigos preciosos e eu sou grata a vida por todos eles. Feliz dia do amigo para todos vocês, amigos de ontem, de hoje e de sempre! E por favor, as fotos são meramente ilustrativas,  não tem todo mundo porque nem que fosse um post sem fim para caber, mas vocês sabem quem são!

5 de julho de 2015

Grey

Eu li o livro Grey, a versão de Cinquenta Tons de Cinza pela ótica de Christian Grey,eu sei que no Brasil só será lançado em setembro, mas sim, quando eu quero muito ler um livro eu leio em inglês, ou espanhol se for o caso, e adoro, não sei porque tenho a sensação de que entendo melhor o personagem. Na verdade meus livros de Gabriel Garcia Marquez e Isabel Allende são todos em espanhol, e a primeira vez que li Cinquenta Tons mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade também foi em inglês, e gostei muito. Com esse não foi exceção, eu definitivamente gostei mais de Grey que do próprio Cinquenta Tons, a história todo mundo já conhece de trás pra frente, mas sob a ótica dele, conhecermos detalhes da sua vida que a própria Anastasia não sabe, não tem preço. Descobrimos mais sobre a infância complicada dele, descobrimos o senso de humor dele, e enxergamos como ele vai se apaixonando por Anastasia, fora outras coisinhas mais que não vou contar para não dar spoiler.
Sou suspeita, mas claro que recomendo o livro para todos os fãs de Cinquenta Tons e todas as apaixonadas pelo Grey.

29 de junho de 2015

Sobre distopias

Como o próprio nome diz a distopia é uma negação da utopia, é algo ruim em sua essência. Os livros que se passam em uma sociedade distópica geralmente tentam nos mostrar até onde a estupidez e crueldade do ser humano podem nos levar, em grande parte após guerras apocalípticas surgem essas sociedades distópicas, como no caso da saga Divergente, que todos sabem é minha distopia preferida e a qual eu recomendo fortemente a leitura.
Mas sempre fui uma pessoa de romances e finais felizes, confesso. Entretanto recentemente duas amigas, a Ny e a Clara que sabem o quanto eu gosto de Divergente, de tanto falarem bem me fizeram ler Jogos Vorazes, e lá fui eu para minha segunda saga distópica.
Li e gostei, apesar de querer deixar bem claro que Katniss não é metade da heroína que Tris é, porque eu acho que Tris tem uma função "salvadora" maior que Katniss, Tris é levada por um ideal mais elevado, Katniss é a sobrevivência pura e simples. Mas a sociedade mostrada e os jogos vorazes em si são bem interessantes, mostram o que é uma realidade estilo panis et circenses que guiam as diversas sociedades desde a época do Coliseu Romano e em futuro distópico continuarão guiando, na verdade há países em que já se vive em uma sociedade distópica se formos analisar com cuidado a questão.
No quesito romance do livro, como romântica incurável que sou, também prefiro o romance entre Quatro e Tris, bem mais igualitário, do que acontece entre Peeta e Katniss, que independente da existência de Gale, sempre é mais forte por parte do Peeta, Katniss demora a perceber que o ama. Mas que fique claro, os livros merecem ser lidos e os filmes vistos. Depois é só ler algo mais leve para amenizar o choque de se deparar com a crueldade humana.

19 de junho de 2015

Virtual ou Real?

Todo mundo sabe que sou apaixonada pela internet, blogosfera, redes sociais e afins, tudo isso porque eu gosto de gente, simples assim. E através de duas paixões, livros e internet, conheci pessoas que se tornaram mega especiais na minha.
Em 2012, por causa do polêmico best-seller 50 Tons de Cinza entrei em um grupo, mega reduzido, no Facebook, de poucas, mas ótimas pessoas que haviam lido o livro, e começamos a falar sobre tudo, de repente percebemos que não eram só os livros que nos uniam, mas nossas histórias de vida, lutas, alegrias, dramas, dores e amores, ficamos amigas, dessas que você corre para contar tudo! Ano passado nos encontramos pessoalmente e foi bom demais perceber que estávamos todas juntas e que nossas conversas eram uma extensão das nossas conversas ditas virtuais. Sempre achei que com relação aos sentimentos o real e virtual se misturam, porque sentimentos são sempre reais!
Aí este ano, dessa vez no twitter, e por causa de outros livros, dessa vez a Saga Divergente, conheci pessoas lindas através do twitter, sei que novamente esta linha tênue entre virtual e real se desfaz porque nasce um afeto real, e você sabe que tem amigos, que podem morar um tanto quanto longe, mas com quem você se sente a vontade para conversar sobre tudo, inclusive sobre livros.
Agradeço por essas pessoas que são presentes de Deus na minha vida, por aturarem minha doidice e minha eterna adolescência, meu mau humor, ou bom humor demais, enfim por gostarem de mim assim, desse jeitinho que eu sou.
Virgínia, Janaína, Patrícia, Lu, Elky, Estefânia, Vivian, Flávia, Ny, Déia, vocês existem que fico feliz por isso. Que muitos livros e encontros façam da nossa vida uma doce aventura.

2 de junho de 2015

Roseane Viana

Aos 11 anos o blog está um tanto quanto abandonado, o aniversario foi em 28 de abril e confesso que esqueci completamente. Mas, na verdade a maior parte dos blogs da minha geração estão abandonados, eu não consigo desistir do Koukla, até porque uma parte de minha vida na internet está aqui, e foi através deste cantinho que conheci pessoas maravilhosas que fazem parte da minha vida até hoje. E é sobre uma dessas pessoas que eu quero falar hoje, demorei um pouco, mas enfim aqui estou para me despedir da Ro como nos conhecemos, através da blosgosfera.
Em 2004, quando inciei o Koukla e ele ainda era hospedado no webbloger, só em 2005 vim para o blogger, uma das primeiras pessoas que conheci foi a Roseane Viana, uma nutricionista amapaense, inteligente, bonita, alto astral, gente da melhor qualidade, claro que nos demos bem de cara, tínhamos muito em comum, nossa paixão por viagens, carnaval, Chiclete com Banana, negritude, Frida, o Norte no país, o Nordeste, tapioca... Muito mesmo. E passamos a alimentar esta amizade ao longo dos anos através dos nossos blogs, e-mails, twitter e Facebook. Recebi seu convite de casamento e infelizmente não pude ir ao Amapá, mandei um telegrama e muita energia positiva e amor para os dois, acompanhei quando ela se mudou com o amado para a Alemanha, acompanhei as viagens e estudos dela, acompanhei o início da sua doença, um câncer de ovário agressivo.
Quando em abril deste ano Ro nos deixou, após ser uma guerreira incansável eu me senti triste como quando perdi minha amiga de infância, Simone, para a mesma doença no final de 2013, queria escrever e não conseguia porque simplesmente chorava, queria dizer o quanto eu a admirava e amava, e que vou sentir saudades dela, queria agradecer por tudo, pelo lindo cartão que ela me mandou de Nantes, na França, porque a frase falava sobre L'Amour e segundo ela como não lembrar de mim. Queria dizer que Ro, você combateu o bom combate e merece ser muito feliz, seja feliz minha irmã, até o nosso reencontro.