30 de maio de 2008

Mudar para melhor!


Mudar para melhor!


Color Esperanza
Diego Torres

Sé que hay en tus ojos con solo mirar

que estas cansado de andar y de andar

y caminar girando siempre en un lugar

Sé que las ventanas se pueden abrir

cambiar el aire depende de ti

te ayudara vale la pena una vez más

Saber que se puede querer que se pueda

quitarse los miedos sacarlos afuera

pintarse la cara color esperanza

tentar al futuro con el corazón

Es mejor perderse que nunca embarcar

mejor tentarse a dejar de intentar

aunque ya ves que no es tan fácil empezar

Sé que lo imposible se puede lograr

que la tristeza algún día se irá

y así será la vida cambia y cambiará

Sentirás que el alma vuela

por cantar una vez más

Vale más poder brillar

Que solo buscar ver el sol

27 de maio de 2008


Confissões...parte II, a missão!


Estava lembrando que apesar de não fazer listas de final de ano eu lembro que fiz uma pseudo lista de coisas que um dia eu mudaria em mim...uma delas era aprender a dizer NÃO...e não é que até agora eu ainda não consegui isto??? Continuo achando que posso ajudar todo mundo, que é uma espécie de obrigação, e aí, claro, não tenho a menor coragem de dizer não...eu posso com isso?


Mas eu descobri que este é um mal que aflige zilhões de pessoas, ao menos não estou só no mundo nessa minha insistência pelo SIM!
E de hoje em diante também quero colocar na minha lista outras coisinhas que independente de ser começo, meio ou fim de ano eu quero mudar em mim: este medo que eu tenho de ser feliz (segundo o psicoterapeuta Flávio Gikovate este medo acomete muita gente), tento me convencer que mereço, mas e essa minha cabeça doida acredita? Qua nada! Agora dinheiro para fazer terapia que é bom, no hay!
Mas como eu estou na TPM, mas não vim a este mundo a passeio e sim para ser feliz, vou deixar, um pedacino de um texto dele que fala sobre a felicidade, e de bônus um trecho de uma música linda, linda, linda. Primeiro a música: "O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo".
Trecho extraído do artigo "Uma pausa para pensar um pouco sobre o amor", de Flávio Gikovate:
"Aprendendo a lidar com o medo da felicidade

O amor, que era um prazer negativo, ganha um enorme ingrediente positivo relacionado ao fato da pessoa formar o elo com alguém que também seja o seu melhor amigo. Se este parceiro for também aquele com quem se têm as relações sexuais (agora sim dignas deste nome), então estamos diante daquilo que tenho chamado de +amor, ou seja, aconchego mais amizade e mais sexo! Atenuamos o desamparo, trocamos carícias eróticas e somos íntimos da mesma pessoa. É o máximo que se pode pretender de um relacionamento afetivo.
É uma pena que seja um encontro tão incomum. Não é à toa, pois ele depende de um grande desenvolvimento emocional, moral e também de uma grande coragem. Isso porque somos portadores de mais um problema enorme que é o seguinte: temos muito medo da felicidade. Sempre que nos aproximamos desse estado de plenitude, no qual sentimos que nada nos falta – ainda que isso seja uma sensação que descreve um momento ou um breve período – nos apavoramos porque sentimos que algo de terrível está para nos acontecer.
Todo o pensamento supersticioso, tão profundamente arraigado em nossa cultura, tem a ver com o medo da felicidade. Acontecimentos positivos nos levam a praticar rituais de proteção contra as eventuais desgraças que parecem estar prestes a acontecer. Como a felicidade sentimental é o maior sonho da maioria das pessoas também é a mais forte causa do medo da felicidade. Penso também que o fenômeno amoroso tem uma relação direta e imediata com o medo da felicidade, porque ambos derivam da dramática experiência do nascimento. Até um determinado momento, estávamos vivendo em plena harmonia no útero materno e, num instante seguinte, fomos dramaticamente expulsos de lá. Se o amor provoca sensações parecidas com a plenitude uterina, parece que, ao conseguirmos realizá-lo, seremos vítimas de uma nova ruptura, de um novo “big bang”.
Felizmente isso não é verdadeiro. Trata-se de uma espécie de condicionamento, uma fobia que se estabeleceu a partir do trauma do nascimento. A verdade é que a felicidade não aumenta em nada as chances de que coisas ruins nos aconteçam. Mas não acreditamos nisso. E aí, o que fazemos? Fugimos ativamente da felicidade buscando parceiros menos adequados e que não irão nos completar inteiramente. Essa é apenas uma das muitas manifestações destrutivas que têm que ser combatidas por aqueles que pretendem avançar na direção de uma ótima qualidade de vida. Assim sendo, tentar domesticar o medo da felicidade e as tendências autodestrutivas que derivam dele é o último e dificílimo obstáculo a ser vencido por aqueles que querem conhecer de perto a paz de espírito e as alegrias que caracterizam a felicidade possível".
*Flávio Gikovate Médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor

26 de maio de 2008

Confissão!

Confissão!!!

Devo confessar que estou doida que chegue sexta-feira, meu último dia de trabalho no meu atual emprego...mas devo confessar também que estou morrendo de medo de demorar uma vida para conseguir outro....ou país ingrato com as pessoas que estão envelhecendo é este nosso Brasil.

Não, eu não me sinto velha, até agora estou adorando meus 36 anos, mas é que aqui para se conseguir um emprego você tem que estar com no máximo 25 anos, e ter no mínimo 3 anos de experiência...ou seja é uma loucura, vá entender.

Mas, sei que vou me virar, vou fazendo todas as coisas que uma pessoa sem renda tem que fazer com relação a economia...e ainda bem não tenho ninguém que dependa de mim para nada, ao menos não no sentido financeiro ;). No mais freelas, aí vou eu!

23 de maio de 2008

Religiosidade X Preconceito

Preconceito

Ontem à noite eu fui para a igreja, dia de Corpus Christi, missa maravilhosa, adoração emocionante, cheguei em casa às 22h30...cansada, mas super feliz. Como é bom louvar e adorar o Senhor! E vocês devem estar se perguntando e o que raios isto tem a ver com o título do post? Deixem de ser apressadinhos que já explico.

Quem me conhece, e segundo dizem as más línguas apesar de eu não parecer, sabe que eu sou muito católica...se é que isso existe...muito cristã, até porque independe de religiões. Sou uma pessoa super consciente de todos, eu disse todos, e são muitos, os defeitos da igreja católica, enquanto instituição feita e constituída por homens, entretanto nela eu me sinto bem, ela me proporciona momentos como os de ontem, em que eu chorei de pura emoção e felicidade, e ria, e cantava, e louvava...e simplemente me sentia feliz.

Agora vamos ao preconceito. Preconceitos existem no mundo todo e de todo tipo, posso até já ter sofrido vários tipos de preconceitos dos quais nem me dei conta, mas tem um que me deixa p... da vida, é o tal do preconceito porque eu sou cristã, ou tenho religião. As pessoas pseudo intelectuais acham que vc tem que ser agnóstica ou ateia (não todas as pessoas, claro) para poder ser uma pessoal cool, inteligente, bacana ou sei lá o que.

Putz! Eu me reservo o direito de discordar completamente... quando a pessoa não tem educação, nem cultura, opinião própria...enfim por motivos sociais muito sérios, diga-se de passagem, muitos são os "ópios do povo": religião, carnaval, novela, futebol...mas acho que não é por aí... não podemos nem devemos generalizar. As pessoas podem até me achar boba, ou sei lá o que, mas não por causa da minha crença, ser uma pessoa religiosa não me emburrece, nem me abestalha!

Tenho amigos de todos os tipos, amigos mesmo, irmãos camaradas, que são ateus, agnósticos, espíritas, evangélicos, do candomblé, judeus, infelizmente só não conheço pessoas que façam parte de religiões orientais. Respeito, e não julgo nenhum deles! O mínimo que eu exijo é que me respeitem também, e consequentemente às minhas opções!

E tenho dito. Desculpem o desabafo, mas é que ontem à noite, quando saí da igreja, já fui pensando em escrever sobre isso, e sobre meu amor, essa minha paixão por este Deus Maravilhoso e o fato que algumas pessoas me julgarem, ou me pré-julgarem por isso.

20 de maio de 2008

Rápidas...rapidíssimas!

Rápidas...rapidíssimas!

1. Faltam 8 dias corridos para que eu possa cortar meu cabelo...explico, fiz uma promessa de passar um ano sem cortar, as pontas estão uma beleza...
2. Faltam 9 dias úteis para que eu saia do emprego...metade de mim é paz e contentamento e a outra metade é preocupação e aperreio...ficar desempregada não é mole, mas no momento é a minha opção...ou falta dela...
3.Faltam 12 dias para começar junho, mês de uma festa muito típica e tradicional aqui no Nordeste, acho que em Recife só perde para a grandiosidade do carnaval, porque em Caruaru é tão grandiosa quanto o carnaval recifense... o São João não é só o forró tradicional pé-de-serra, e a dança (que são delíciosos), são também as comidas típicas: canjica, pamonha, pé-de-moleque, bolo de milho...e por aí vai. Não gosto muito dos fogos, desde criança sempre tive medo e agora me irrito com a zuada. Mas gosto das fogueiras, apesar de achar que deveriam criar uma fogueira sem fumaça... o povo aqui é piromaníaco e lembro que na noite de São João ano passado, só em uma parte do meu bairro contei 40 fogueiras, vocês leram bem, foram 40 mesmo!!!!
4. Faltam 23 dias para eu arrumar um namorado....que saco passar mais um dia dos namorados sozinha ;). Algum candidato???

14 de maio de 2008

Insegurança

Insegurança...teu nome é Jannine

Se alguém me diz que eu sou bonita, acredito, mas parcialmente, porque acho que a pessoa está querendo ser gentil, acho que faço o modelo comum, bem típica...se diz que eu sou inteligente, acredito, mas parcialmente, porque acho que é pura gentileza, tem zilhões de pessoas muito mais inteligentes que eu, se eu fosse inteligente de verdade não estaria uma hora dessas (são 9h30 de la noche) trabalhando...mas tem coisas que eu não me preocupo, sou desencanada...tipo escrever abobrinhas aqui no blog...

Mas eis que um dia, uma pessoa, que eu acho para lá de interessante, disse: "você tem um blog? então me diz o nome"...pronto...bastou isso para eu pirar na batatinha...surtar mesmo... entrei no blog e vi que o último post era engraçado e meio doido, como a maioria, nada sério, nada de debater o existencialismo, ou as grandes questões da atualidade...política? nem pensar....já trabalho com isso... e agora? fazer o que??? apagar o blog inteirinho???

Comecei a ler os posts antigos (como se a pessoa fosse se dar ao trabalho de lê-los, até hoje acho que ele nunca entrou aqui), e até que gostei da maioria, pensei, até que sou espirituosa....mas a insegurança, sempre ela, ficava me dizendo: vc é muito infantil isso sim...ele vai entrar aqui, ler isso e dizer: "olha a doida!".... Mandei um e-mail para minha amiga Lou (obrigada amiga)...pedi para ela me dizer do ponto de vista dela se as besteiras que eu escrevia eram aproveitáveis...um detalhe, elamaravilhosamente bem!

Lou entrou no blog, leu, e depois mandou um e-mail me esculhambando: " Você tem que deixar de ser boba e insegura, eu acho que qualquer pessoa que entrar aqui vai perceber que você é sensível e bem-humorada, Jan se ele não achar isso ele é um bobo... e você pare de se depreciar"...depois do sermão eu relaxei e pensei: é isso mesmo quem quiser entrar aqui, gostar de mim ou não, vai ter que se habituar, eu sou assim, e acho que serei sempre...esse mix de criança com mulher... e olha ainda bem que eu sou assim, quero ser assim até morrer... e minha insegurança que vá se lascar!

12 de maio de 2008

Fim de Semana: mães, igreja e Lost!


Sábado de faxina (grande novidade, todo mundo sabe que o sábado é o dia internacional da faxina!), depois uma tantativa de dormir para aguentar firme e forte a vigília de Pentecostes, fiquei sem dormir mesmo.

Domingo começou bem, na igreja, com meu querido padre Luciano e amigos não menos queridos ;). Depois confusão, no bom sentido, para conseguir um lugar para almoçar, rodamos, rodamos e fomos acabar no Shopping.... coisas de falta de opção, mas mainha mais contente que pinto no lixo, com as quatro crias ao lado :).

Quando finalmente chegamos em casa, overdose de Lost, episódios 09, 10 e 11...agora sim que eu não entendo mais nada.


Espírito, Espírito,
Que desce como fogo

Vem como em pentecostes,
E enche-me de novo
Espírito, Espírito,

Que desce como fogo
Vem como em pentecostes,
E enche-me de novo
Eu navegarei

No oceano do Espírito

E ali adorarei

Ao Deus do meu amor
Eu navegarei

No oceano do Espírito
E ali adorarei
Ao Deus do meu amor
Espírito, Espírito,

Que desce como fogo
Vem como em pentecostes,
E enche-me de novo
Espírito, Espírito,

Que desce como fogo
Vem como em pentecostes,
E enche-me de novo
Eu adorarei

Ao Deus da minha vida

Que me compreendeu,
Sem nenhuma explicação
Eu adorarei

Ao Deus da minha vida
Que me compreendeu,
Sem nenhuma explicação

9 de maio de 2008

Mainha



Mainha




Sou louca, alucinada, completamente apaixonada por essa baixinha! Somos diferentes em muitas coisas, parecidas em outras tantas. Ela é toda séria, eu vivo rindo. Ela fala pouco e é tímida! Eu falo pelos cotovelos e sou um exagero de tão extrovertida... Ela tem opiniões fortes, eu também. Ela detesta peixe, eu também. Ela tem um corpo no formato de pêra, eu também. Ela ama os filhos e eu sou doida por ela.


Feliz dia das mães para todas as mães, que são mães biológicas, adotivas, avós, tias, madrinhas, amigas, enfim essas mulheres que são pura generosidade e que se dão por e para os filhos.
Buenos días, Good Morning, Guten Tag, kalimera,Bonjour

Eu gosto muito de estudar idiomas, sempre gostei, desde novinha. O inglês sempre foi uma necessidade, com o tempo eu me habituei e hoje em dia até gosto, em especial do acento britânico, mas não tem aquela coisa de paixão, continua sendo algo mais por necessidade.

Já o espanhol não, a sonoridade, a entonação, o acento seja da Espanha, do Mexico ou da Argentina (com aquele "voseo" que eu amo), eu simplesmente babo...acho lindo, um dos idiomas mais sensuais, além de ser forte e "caliente". Fui estudar por passíon.

Aí em Madrid, após conhecer um grego que parecia ter saído diretamente do Olimpo (essas coisas só acontecem comigo), minha paixão pela Grécia e pelos gregos aumentou, e eu claro fui fazer um curso daquela língua estranha que a primeira vista (na verdade escutada) eu pensei que era árabe. Caí de amores, mais ainda, pelos gregos, pela Grécia e pelo idioma deles com aquele alfabeto lindo, e aquelas letras desenhadas. Devo frisar que infelizmente após Madrid nunca mais revi aquele deus grego ;). Em compensação voltei para a terra brasilis e fiz um curso básico de grego moderno, loucura, loucura, loucura, tenho grámatica, livrinhos, apostilas, e zilhões de músicas em grego, incluindo um dvd do meu cantor grego preferido: Mixalis Hatziannis (pronuncia: Mirralis Ratisianis)

Depois foi o alemão, literalmente um alemão que eu amei me fez estudar o idioma de Beethoven...putz, que coisinha difícil, muito pior que o grego, porque de quebra eu acho a sonoridade feia. E se tem uma coisa que me ajuda e muito a aprender qualquer língua estrangeira é a música. E eu gosto muito de música grega, músicas em espanhol e em francês.

E eis que após desistir do alemão (o idioma), até porque o alemão (nascido na Deutschland) foi quem desistiu de mim (coisas que também só acontecem comigo, tudo muito bom, muito bem...e aí acaba...que saco!). Eu percebi que tinha que aprender francês, meu nome é francês, eu havia conhecido Paris e Brixelas, achando lindo todo mundo falando francês corretamente, até mesmo criancinhas (hehehehe) e eu na mais completa ignorância. Ah, não, isso não!

Foi amor a primeira vista, eu e o biquinho francês (leiam corretamente não é biquinho DO francês e sim o biquinho que fazemos quando falamos algumas palavras na língua de Simone de Beauvoir), um idoma bem mais fácil que alemão, talvez por ser latino como a nossa língua mãe, com músicas legais, e eu tendo aula todo dia...deu no que deu: j'aime bien la langue française!

Porém...sempre tem um....por mais que eu tenha me apaixonado pelo idioma de Victor Hugo, e Edith Piaf...o castellano continua sendo o idioma da minha vida...e Maná (meus queridinhos mexicanos) me deram a alegria de regravar esta preciosidade do cancioneiro de nuestros hermanos. Viva el mexico, cabrones!!!


Si No Te Hubieras Ido

Te extraño mas que nunca y no se que hacer
despierto y te recuerdo al amanecer
espero otro dia por vivir sin ti
el espejo no miente me veo tan diferente
me haces falta tu.
La gente pasa y pasa siempre tan igual
el ritmo de la vida me parece mal
era tan diferente cuando estabas tu
si que era diferente cuando estabas tu.
No hay nada mas dificil que vivir sin ti
sufriendo en la espera de verte llegar
el frio de mi cuerpo pregunta por ti
y no se donde estas
si no te hubieras ido seria tan feliz
La gente pasa y pasa siempre tan igual
el ritmo de la vida me parece mal
era tan diferente cuando estabas tu
si que era diferente cuando estabas tu

7 de maio de 2008

Banzo...

Uma vez banzo...banzo sempre!


Há exatos dois anos eu estava alegre, saltitante e serelepe, vivendo uns dos melhores fins de semana (porque era um sábado, quero frisar que a viagem toda foi ótimaaaaaaaaaaaa) da minha vida...estava em Atenas...ai, ai, que saudades sem ter fim da Grécia...




"Mas há a vida que é para ser intensamente vivida, há o amor. Que tem que ser vivido até a última gota. Sem nenhum medo. Não mata..."

Clarice Lispector

5 de maio de 2008

Voltei de um semi-feriadão, já que trabalhei na sexta-feira...passei por um grande resfriadão na semana passada, mas agora qual fênix, ressurgi das cinzas!

Isso aí em cima não é mais um título, definitivamente é uma história completa com começo, meio e fim. E por falar em histórias acabei de ler dois livros de Isabel Allende altamente recomendáveis: Inés del alma mia e Cuentos de Eva Luna. Todos sabem que eu gosto muito deste estilo latino de escrever, aja visto que sou apaixonada por Gabriel Garcia Marquez, na verdade dela de Allende só tem um livro que eu não só não gostei como detestei, O Plano Infinito.

E o pior foi que o eu li todinho, tudo por causa de minha querida amiga Virgínia que vendo que eu estava numa fase meio down decidiu me emprestar o livro, que eu iria amar (palavras de Virgínia). A amizade permaneceu inabalada, mas foi por pouco, devolvi o livro e xinguei horrores, como era que ela uma bibliotecária, que eu tenho em alta conta, diz que aquele livro terrível é bom?! Enfim, este eu não recomendo, a não ser que vocês queiram ler só para discordar de mim!

Até hoje esta história rende ótimas risadas, e ela que me emprestou estes outros dois livros de la Allende.

E ainda sobre livros, soube que foi lançado um livro sobre o rompimento entre Albert Camus et Sartre, claro fiquei curiosa em ler, porque apesar de parecer um livro de fofocas, não o é, envolvendo quem envolve, acaba sendo um livro para lá de interessante e que mergulha fundo no existencialismo de Sartre. Espero que chegue as livrarias por um preço razoável, e a FNAC que não abre logo por essas bandas....

beijos e boa semana.

B de Barcelona

Ramblas Só estive em Barcelona uma vez na vida, e foi justamento em 2002, no ano Gaudí! Ou seja, melhor impossível. Só lamento porque na...