A volta e os 100 anos do frevo

100 Anos de muito FREVO no juízo...no meu em especial só 35, tá?!

Voltei, quer dizer o meu fofonildo PC voltou e conseqüentemente esta que vos escreve também...achavam que iriam se livrar assim tão fácil de mim é?! É ruim hein.

Antes de falar sobre o frevo, tema desse post vou fazer um resumo da ópera dessa minha primeira semana em casa, só na malemolência. Primeiro devo confessar que não fui trabalhar na quarta-feira por pura covardia, levando-se em consideração que na terça (30/01) já foi o maior chorororô eu para evitar uma desidratação coletiva nem apareci lá no dia 31. Em compensação apareci no aeroporto para recepcionar aquele meu amigo que é padre e estava em Roma fazendo mestrado lembram? O padre Nilson. Pois é recepção essa que eu terminei em um jantar de boas vindas, comendo feito uma condenada e bebendo duas garrafas de vinho, mas isto não vem ao caso, o que importa é que ele voltou bem e com o título!

Na quinta-feira fui tratar de coisas de ordem prática que uma neo-desempregada deve fazer, tipo encerrar a conta porque eu não tou abestalhada para ficar pagando sei lá quanto em taxas para esses bancos ladrões, sem contar a famigerada CPMF, depois fui comprar umas coisitas e encontrar com o e ex-secretário e uns amigos lá do ex-trabalho para tomar um cervejinha e conversar potoca, mas me comportei direitinho porque de lá fui para a Adoração com pe. Nilson que é uma das melhores coisas que uma pessoas pode participar.

No mais não tenho saído muito, só ido a casa de alguns amigos, recebido visitas e resolvido pendências. Lendo e vendo dvd de tuia! Já começaram a montar o palco onde eu vou ver Lenine aqui em frente ao prédio e o trânsito claro, está interditado.

Muito obrigada como sempre pelo carinho de vocês todos, vocês sim que são uns fofonildos!!!!! Além do meu pc que voltou aqui para o meu quarto claro!!! E agora sim, aos 100 anos dele, o FREVO!

Hoje dia 9 de fevereiro Recife, Olinda, Pernambuco inteiro está em festa, e tem coisa que fica difícil de explicar, mas eu vou tentar. Para a maioria dos pernambucanos o frevo corre nas veias misturado ao sangue desde o nascimento, não dançamos frevo, não escutamos frevo, simplesmente sentimos o frevo.

E é este sentimento que nos faz sair pelas ruas da cidade, como loucos, vestindo as mais loucas fantasias, mas as vezes vestidos de nós mesmos, dançando, pulando, cantando, frevando, delirando ao som de uma orquestra que está bem ali ao nosso lado, estamos todos em uma só vibração, um só coração. Neste momento nos sentimos irmãos, somos iguais sim senhor, e são poucos os momentos nos dias atuais nos quais conseguimos nos irmanar, este momento mágico em especial, em que um grupo de 30 foliões de um pequeno bloco, ou de 1 milhão de um Galo da Madrugada da vida estão literlamente juntos e iguais, é o exato momento em que o começa:
"Ei pessoal, vem moçada, carnaval começa no Galo da Madrugada"


E nós fervemos em um mesmo caldeirão!

Agora uma rápida explicação para os 100 anos serem comemorados hoje, é no dia 09/02/1907, o Jornal Pequeno (que não existe mais) publicou pela primeira vez a palavra FREVO, palavra que derivou do verbo ferver, virou frever, até que chegou no FREVO!


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