Esta semana, mais uma vez estive em Belém do Pará a trabalho, mas não é sobre a viagem a Belém que quero falar hoje e sim sobre o absurdo, desrespeito, abuso de autoridade, humilhação a qual eu e um grupo de passageiros fomos submetidos na noite de ontem, dia 28 de janeiro de 2016, no aeroporto de Fortaleza, pela GOL Linhas Aéreas ou @VoeGOLoficial, no Twitter e GOL Linhas Aéreas Inteligentes ( isso só pode ser uma piada) no Facebook.
Tudo teve início com o atraso de três horas, devido as condições climáticas, que o voo G3 1650 sofreu para sair de Belém, o horário de saída deste voo é 17h24, mesmo que voos de outras empresas, como TAM e Azul não tenham sofrido tanto com o atraso, mas aí estamos falando de empresas que possuem funcionários competentes. O voo G3 1650, e tenho provas disso, sai de Belém, faz ESCALAS em São Luiz e Fortaleza e segue para Recife. Eu mesma já peguei este voo antes, e todos que são habituados a andar de avião, como é o meu caso, sabem que se houver alguma conexão no trecho de viagem são emitidos dois bilhetes, e não apenas um. Eu mesma já havia pego este voo anteriormente. Enfim, fizemos a escala em São Luiz, e seguimos para a ESCALA em Fortaleza.
Chegando em Fortaleza fomos informados em primeiro lugar para permanecermos sentados que o voo seguiria para Recife, poucos minutos depois, o mesmo comissário nos informou que deveríamos desembarcar em Fortaleza para uma troca de aeronaves, que aquela na qual estávamos seguiria para Teresina. de bom grado descemos para trocar de aeronave, mesmo já sendo dez e meia da noite e estarmos todos cansados, tendo em vista que quase todos os passageiros que seguiriam a viagem estavam voltando de uma viagem a trabalho. Qual não foi nossa surpresa quando assim que descemos uma funcionária da GOL nos disse que estávamos em CONEXÃO para Recife e que nosso voo sairia às cinco e meia da manhã. Indignados decidimos retornar ao nosso voo, o G3 1650 e seguir viagem para Recife.
Entretanto, qual não foi nossa surpresa quando a GOL enviou dois policias federais, um deles armado, para em uma demonstração de desrespeito e abuso de poder, dizer que éramos obrigados a deixar o voo e nos submeter aos desmandos da GOL, ou seríamos presos... O que me impressiona, é que lá só havia gente trabalhadora, que tinha pago por um voo, não estávamos quebrando nada, não ameaçamos ninguém, para sermos tratados pela polícia federal (que aqui no Brasil não é para proteger o cidadão, pelo visto) como se fossemos os errados, os marginais e a GOL que estava toda errada conseguiu o que queria, sem nos dar nenhuma satisfação.
Todos acreditamos que claro era uma questão de dinheiro, como o nosso o voo seguiria quase vazio para Recife, e o de Teresina deveria estar lotado, eles nos trataram como nada, e nos fizeram descer em Fortaleza. O tratamento que nos foi dispensado pelos funcionários da GOL Linhas Aéreas foi o pior possível. Lá mesmo no aeroporto fizemos um boletim de ocorrência, só conseguimos chegar ao hotel à uma hora e trinta minutos do dia 29 de janeiro de 2016, tendo que voltar para o aeroporto por volta das quatro da manhã para finalmente pegarmos nosso voo de volta para casa. Detalhe a GOL Linhas Aéreas nos deixou sem alimentação até este horário da madrugada, ou seja para um voo de sairia às 17h24 de Belém de um dia, e só conseguimos chegar a Recife às 7h da manhã do dia seguinte.
Neste voo havia um senhor vindo para o funeral do seu pai, após ser obrigado a descer em Fortaleza ele comprou uma passagem no valor de 700 reais, pois teve receio de não conseguir, se ficasse a mercê da GOL, chegar a tempo do sepultamento.
29 de janeiro de 2016
30 de dezembro de 2015
Marian Keyes
Sou fã desta autora irlandesa, desde o início dos anos 2000 quando li o primeiro livro que ela lançou: Melancia, e desde então sempre que ela lança um livro vou lá e compro, ou ganho, nem me interesso em saber sobre o que se trata, porque para mim os livros dela possuem uma qualidade que muito admiro, tratam de temas sérios, sem pieguices, e com um senso de humor maravilhoso.Pode ser chick-lit, que seja, eu amo. Como já falei antes, amo os que narram as peripécias das irmãs Walsh, que começa com Melancia, seguido de Férias, Los Angeles, Tem Alguém Aí? e Chá de Sumiço. Ela trata de temas como dependência química, aborto, depressão, morte de uma forma que nos faz rir, mas sem perder o foco no tema sério do livro.
Enfim, domingo estive ma Cultura (minha perdição) e comprei o mais recente livro dela (foto ao lado) e o livro trata da história de uma mulher na faixa dos 40, que levava uma vida comum, uma típica dono de casa, mãe de família, que é acometida por uma doença autoimune muito rara e depois disso uma série de acontecimentos mudam sua vida.
Devorei o livro, tanto que comecei a ler no domingo à noite e já acabei e só não foi antes porque minhas férias acabaram semana passada.
Eu realmente recomendo, não só este como todos os livros da autora, e em especial os que nos fazem conhecer e nos apaixonar pela família irlandesa mais disfuncional e maravilhosa do mundo.
28 de dezembro de 2015
Balanço Anual ou 2015 em números.
Vamos aos números de 2015, nada de embromachion, papo reto:

Livros: 40 novos lidos, e outros 40 relidos, por motivos de um total de 80 livros não vou citar nomes aqui.
Cinema: total de 25 idas ao cinema, mas um número não tão alto de filmes assistidos, os do ano foram: Cinquenta Tons de Cinza, Insurgente, Vingadores, Poltergeist, Missão Impossível 5, Minions, 007 contra Spectre, A Esperança, o Final e Guerra nas Estrelas: O Despertar da Força.
Tatoos, duas feitas de uma tacada só, agora tenho cinco.
Viagens a trabalho: nove, e dentre elas estive em três cidades pela primeira vez: Ribeirão-PE, Santarém-PA e Teresina-PI.
Tweets: até o presente momento perto dos 95 mil (vício é vício)
Idade: 44 anos completados no último dia 21/12, mas como carinha de 33 e corpinho de 34...

Livros: 40 novos lidos, e outros 40 relidos, por motivos de um total de 80 livros não vou citar nomes aqui.
Cinema: total de 25 idas ao cinema, mas um número não tão alto de filmes assistidos, os do ano foram: Cinquenta Tons de Cinza, Insurgente, Vingadores, Poltergeist, Missão Impossível 5, Minions, 007 contra Spectre, A Esperança, o Final e Guerra nas Estrelas: O Despertar da Força.
Tatoos, duas feitas de uma tacada só, agora tenho cinco.
Viagens a trabalho: nove, e dentre elas estive em três cidades pela primeira vez: Ribeirão-PE, Santarém-PA e Teresina-PI.
Tweets: até o presente momento perto dos 95 mil (vício é vício)
Idade: 44 anos completados no último dia 21/12, mas como carinha de 33 e corpinho de 34...
18 de dezembro de 2015
Star Wars (sem spoiler, agradeçam ao Mark Hamill)
Fui assistir ao Retorno de Jedi no cinema Veneza, que não existe mais, aos 11 anos de idade. Saí do cinema apaixonada pelo filme e por Luke Skywalker. Vi os dois primeiros em VHS na casa de amigos, eu não tinha aparelho de vídeo em casa, e adorei, tanto que até hoje o meu queridinho é O Império Contra-Ataca. Meu cunhado comprou a trilogia e vivia mais aqui em casa que na casa da minha irmã.
E quando anunciaram os primeiro, A Ameaça Fantasma, eu surtei, lembro que estreiou aqui no dia 24 de junho, feriado de São João e literalmente entrei no shopping com a luz do dia e sai à noite. Nesta época não tinha venda antecipada, tão pouco lugar marcado. E aí confesso que me decepcionei. Vi os outros dois também quando foram lançados, e com o tempo me acostumei com eles. Eu tenho também os DVDs, mas confesso que assisto bem mais aos três primeiros que se tornaram os últimos (isso é uma confusão).
E aí claro que mais uma vez fiquei ansiosa com o lançamento de O Despertar da Força, gosto do J. J. Abrams e fui me empolgando quando soube das participações de Luke, Léia e Solo. E este filme não me decepcionou. Ele revisitou da melhor maneira possível os três últimos, teve humor na medida certa, como os das décadas de 70/80. E em meio a tudo isso deixou uma ótima história em aberto. Obrigada J. J. e você que ainda não foi ver o filme corra. E se for dos meus leve klinex porque o choro é livre!
E quando anunciaram os primeiro, A Ameaça Fantasma, eu surtei, lembro que estreiou aqui no dia 24 de junho, feriado de São João e literalmente entrei no shopping com a luz do dia e sai à noite. Nesta época não tinha venda antecipada, tão pouco lugar marcado. E aí confesso que me decepcionei. Vi os outros dois também quando foram lançados, e com o tempo me acostumei com eles. Eu tenho também os DVDs, mas confesso que assisto bem mais aos três primeiros que se tornaram os últimos (isso é uma confusão).
E aí claro que mais uma vez fiquei ansiosa com o lançamento de O Despertar da Força, gosto do J. J. Abrams e fui me empolgando quando soube das participações de Luke, Léia e Solo. E este filme não me decepcionou. Ele revisitou da melhor maneira possível os três últimos, teve humor na medida certa, como os das décadas de 70/80. E em meio a tudo isso deixou uma ótima história em aberto. Obrigada J. J. e você que ainda não foi ver o filme corra. E se for dos meus leve klinex porque o choro é livre!
15 de dezembro de 2015
Está chegando...
E não estou me referindo a 2016, e sim ao eu aniversário!
E vou mais uma vez contar coisinhas sobre mim que talvez vocês ainda não saibam.
1. Sou viciada em livros, muito, não passo um dia sem ler e comprei um Kobo (leitor digital) para poder andar com vários livros para cima e para baixo. Só este ano eu já li mais de 70 livros, sim isso mesmo que você leu; SETENTA!.
2. Não sou Anastasia Steele, mas já andei de planador, ou como também é conhecido, o voo à vela, Foi quando eu tinha 20 anos e estava na AFA (Academia da Força Aérea) em São Paulo. AMEI
3. Agora tenho cinco tatuagens, uma no final das costas do lado direito, a primeira, a joaninha. A segunda uma lua e estrela no punho esquerdo. A terceira uma frase abaixo do seio esquerdo. A quarta três corações atrás da orelha direita, e esta foi a que mais doeu. E a quinta uma frase na nuca. Como deu para perceber, adoro tatoos.
4. Este ano fui ao cinema ver filmes baseados em livros que amo, Mas, depois de amanhã vou ver um sétimo e inimaginável filme de Guerra na Estrelas, franquia que eu me apaixonei há mais de 30 anos, uma loucura.
5. Uma das minhas maiores paixões, além de livros e filmes, é viajar, nunca mais pude sair do país, já que meu salário não permite, mas quando posso viajo pelo Brasil que além de lindo, é de uma diversidade apaixonante.
Bem, era isso, claro que tem muito mais coisas sobre mim para falar, mas aí, vamos e convenhamos, esse post só acabaria em 2018, na Copa do Mundo.
E vou mais uma vez contar coisinhas sobre mim que talvez vocês ainda não saibam.
1. Sou viciada em livros, muito, não passo um dia sem ler e comprei um Kobo (leitor digital) para poder andar com vários livros para cima e para baixo. Só este ano eu já li mais de 70 livros, sim isso mesmo que você leu; SETENTA!.
2. Não sou Anastasia Steele, mas já andei de planador, ou como também é conhecido, o voo à vela, Foi quando eu tinha 20 anos e estava na AFA (Academia da Força Aérea) em São Paulo. AMEI
3. Agora tenho cinco tatuagens, uma no final das costas do lado direito, a primeira, a joaninha. A segunda uma lua e estrela no punho esquerdo. A terceira uma frase abaixo do seio esquerdo. A quarta três corações atrás da orelha direita, e esta foi a que mais doeu. E a quinta uma frase na nuca. Como deu para perceber, adoro tatoos.
4. Este ano fui ao cinema ver filmes baseados em livros que amo, Mas, depois de amanhã vou ver um sétimo e inimaginável filme de Guerra na Estrelas, franquia que eu me apaixonei há mais de 30 anos, uma loucura.
5. Uma das minhas maiores paixões, além de livros e filmes, é viajar, nunca mais pude sair do país, já que meu salário não permite, mas quando posso viajo pelo Brasil que além de lindo, é de uma diversidade apaixonante.
Bem, era isso, claro que tem muito mais coisas sobre mim para falar, mas aí, vamos e convenhamos, esse post só acabaria em 2018, na Copa do Mundo.
19 de novembro de 2015
Opiniões divergentes
E aí, gostaram da mensagem subliminar do título? Hein? Hein?
Gente, todo mundo que acompanha esse blog há 11 anos, ou que me conhece, sabe o quanto eu amo ler e o quanto fui e sou fã da Saga Crepúsculo, podem me julgar que eu não ligo, depois dos 40 (na verdade há um bom tempo, muito antes deles) eu gosto se você não gosta o problema é todo seu, sou muito segura de mim e do meu intelecto para me importar. Mas, como estava dizendo, amo de paixão Edward Cullen e tal. Ai, a autora da saga que completou 10 anos de lançamento do primeiro livro, Crepúsculo, este ano decide escrever um novo livro. Eu e a torcida do Flamengo com a esperança de que dessa vez finalmente sairia o Midnight Sun, que é Crepúsculo sob a ótica de Edward Cullen (adoroooooooooo), tal e qual a espertíssima E. L. James fez com o Grey, que é Cinquenta Tons de Cinza do ponto de vista de Christian.
Qual não foi minha surpresa quando ela decide lançar Crepúsculo com inversão de gêneros. O Edward se transforma em uma vampira chamada Edythe e a Bella se torna um humano chamado Beau. Devo salientar que minha implicância com Bella segue firme e forte. Li o livro que com uma grande alteração no final, que não vou contar, claro, é igual a Crepúsculo. Então a minha pergunta é por que? Por que raios Stephenie Meyer fez isso? Eu detestei, não tem a menos graça e o final alternativo, para que não haja uma continuação é muito ruim. Enfim quem quiser ler leia, mas sério, muito melhor reler Crepúsculo.
E quanto a Sra. Meyer, amiga, escreve Midnight Sun que é mais negócio.
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| Comprei sim e a capa eu amei, alguma coisa tinha que gostar. E agora sou a feliz proprietária de três edições de Twilight |
Qual não foi minha surpresa quando ela decide lançar Crepúsculo com inversão de gêneros. O Edward se transforma em uma vampira chamada Edythe e a Bella se torna um humano chamado Beau. Devo salientar que minha implicância com Bella segue firme e forte. Li o livro que com uma grande alteração no final, que não vou contar, claro, é igual a Crepúsculo. Então a minha pergunta é por que? Por que raios Stephenie Meyer fez isso? Eu detestei, não tem a menos graça e o final alternativo, para que não haja uma continuação é muito ruim. Enfim quem quiser ler leia, mas sério, muito melhor reler Crepúsculo.
E quanto a Sra. Meyer, amiga, escreve Midnight Sun que é mais negócio.
25 de agosto de 2015
Bookaholic
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| Parte dos meus livros. |
A necessidade de um leitor digital surgiu da falta de espaço em meu quarto para tantos livros e da praticidade de carregar os livros comigo para todos os lugares. O Kobo não pesa quase nada, tem luz para leitura à noite e de quebra cabem mais de 3.000 livros dentro dele. Tem como não amar?
Pronto, agora que já vim aqui ao blog tergiversar e tirar as teias de aranha vou voltar à leitura.
20 de julho de 2015
Dia do Amigo...
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| Amigas desde sempre! |
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| Amigas que conheci pela internet, e uma aí no meio é de infância. |
5 de julho de 2015
Grey
Eu li o livro Grey, a versão de Cinquenta Tons de Cinza pela ótica de Christian Grey,eu sei que no Brasil só será lançado em setembro, mas sim, quando eu quero muito ler um livro eu leio em inglês, ou espanhol se for o caso, e adoro, não sei porque tenho a sensação de que entendo melhor o personagem. Na verdade meus livros de Gabriel Garcia Marquez e Isabel Allende são todos em espanhol, e a primeira vez que li Cinquenta Tons mais Escuros e Cinquenta Tons de Liberdade também foi em inglês, e gostei muito. Com esse não foi exceção, eu definitivamente gostei mais de Grey que do próprio Cinquenta Tons, a história todo mundo já conhece de trás pra frente, mas sob a ótica dele, conhecermos detalhes da sua vida que a própria Anastasia não sabe, não tem preço. Descobrimos mais sobre a infância complicada dele, descobrimos o senso de humor dele, e enxergamos como ele vai se apaixonando por Anastasia, fora outras coisinhas mais que não vou contar para não dar spoiler.Sou suspeita, mas claro que recomendo o livro para todos os fãs de Cinquenta Tons e todas as apaixonadas pelo Grey.
29 de junho de 2015
Sobre distopias
Como o próprio nome diz a distopia é uma negação da utopia, é algo ruim em sua essência. Os livros que se passam em uma sociedade distópica geralmente tentam nos mostrar até onde a estupidez e crueldade do ser humano podem nos levar, em grande parte após guerras apocalípticas surgem essas sociedades distópicas, como no caso da saga Divergente, que todos sabem é minha distopia preferida e a qual eu recomendo fortemente a leitura.
Mas sempre fui uma pessoa de romances e finais felizes, confesso. Entretanto recentemente duas amigas, a Ny e a Clara que sabem o quanto eu gosto de Divergente, de tanto falarem bem me fizeram ler Jogos Vorazes, e lá fui eu para minha segunda saga distópica.
Li e gostei, apesar de querer deixar bem claro que Katniss não é metade da heroína que Tris é, porque eu acho que Tris tem uma função "salvadora" maior que Katniss, Tris é levada por um ideal mais elevado, Katniss é a sobrevivência pura e simples. Mas a sociedade mostrada e os jogos vorazes em si são bem interessantes, mostram o que é uma realidade estilo panis et circenses que guiam as diversas sociedades desde a época do Coliseu Romano e em futuro distópico continuarão guiando, na verdade há países em que já se vive em uma sociedade distópica se formos analisar com cuidado a questão.
No quesito romance do livro, como romântica incurável que sou, também prefiro o romance entre Quatro e Tris, bem mais igualitário, do que acontece entre Peeta e Katniss, que independente da existência de Gale, sempre é mais forte por parte do Peeta, Katniss demora a perceber que o ama. Mas que fique claro, os livros merecem ser lidos e os filmes vistos. Depois é só ler algo mais leve para amenizar o choque de se deparar com a crueldade humana.
Mas sempre fui uma pessoa de romances e finais felizes, confesso. Entretanto recentemente duas amigas, a Ny e a Clara que sabem o quanto eu gosto de Divergente, de tanto falarem bem me fizeram ler Jogos Vorazes, e lá fui eu para minha segunda saga distópica.
Li e gostei, apesar de querer deixar bem claro que Katniss não é metade da heroína que Tris é, porque eu acho que Tris tem uma função "salvadora" maior que Katniss, Tris é levada por um ideal mais elevado, Katniss é a sobrevivência pura e simples. Mas a sociedade mostrada e os jogos vorazes em si são bem interessantes, mostram o que é uma realidade estilo panis et circenses que guiam as diversas sociedades desde a época do Coliseu Romano e em futuro distópico continuarão guiando, na verdade há países em que já se vive em uma sociedade distópica se formos analisar com cuidado a questão.
No quesito romance do livro, como romântica incurável que sou, também prefiro o romance entre Quatro e Tris, bem mais igualitário, do que acontece entre Peeta e Katniss, que independente da existência de Gale, sempre é mais forte por parte do Peeta, Katniss demora a perceber que o ama. Mas que fique claro, os livros merecem ser lidos e os filmes vistos. Depois é só ler algo mais leve para amenizar o choque de se deparar com a crueldade humana.
19 de junho de 2015
Virtual ou Real?
Todo mundo sabe que sou apaixonada pela internet, blogosfera, redes sociais e afins, tudo isso porque eu gosto de gente, simples assim. E através de duas paixões, livros e internet, conheci pessoas que se tornaram mega especiais na minha.
Em 2012, por causa do polêmico best-seller 50 Tons de Cinza entrei em um grupo, mega reduzido, no Facebook, de poucas, mas ótimas pessoas que haviam lido o livro, e começamos a falar sobre tudo, de repente percebemos que não eram só os livros que nos uniam, mas nossas histórias de vida, lutas, alegrias, dramas, dores e amores, ficamos amigas, dessas que você corre para contar tudo! Ano passado nos encontramos pessoalmente e foi bom demais perceber que estávamos todas juntas e que nossas conversas eram uma extensão das nossas conversas ditas virtuais. Sempre achei que com relação aos sentimentos o real e virtual se misturam, porque sentimentos são sempre reais!
Aí este ano, dessa vez no twitter, e por causa de outros livros, dessa vez a Saga Divergente, conheci pessoas lindas através do twitter, sei que novamente esta linha tênue entre virtual e real se desfaz porque nasce um afeto real, e você sabe que tem amigos, que podem morar um tanto quanto longe, mas com quem você se sente a vontade para conversar sobre tudo, inclusive sobre livros.
Agradeço por essas pessoas que são presentes de Deus na minha vida, por aturarem minha doidice e minha eterna adolescência, meu mau humor, ou bom humor demais, enfim por gostarem de mim assim, desse jeitinho que eu sou.
Virgínia, Janaína, Patrícia, Lu, Elky, Estefânia, Vivian, Flávia, Ny, Déia, vocês existem que fico feliz por isso. Que muitos livros e encontros façam da nossa vida uma doce aventura.
Aí este ano, dessa vez no twitter, e por causa de outros livros, dessa vez a Saga Divergente, conheci pessoas lindas através do twitter, sei que novamente esta linha tênue entre virtual e real se desfaz porque nasce um afeto real, e você sabe que tem amigos, que podem morar um tanto quanto longe, mas com quem você se sente a vontade para conversar sobre tudo, inclusive sobre livros.
Agradeço por essas pessoas que são presentes de Deus na minha vida, por aturarem minha doidice e minha eterna adolescência, meu mau humor, ou bom humor demais, enfim por gostarem de mim assim, desse jeitinho que eu sou.
Virgínia, Janaína, Patrícia, Lu, Elky, Estefânia, Vivian, Flávia, Ny, Déia, vocês existem que fico feliz por isso. Que muitos livros e encontros façam da nossa vida uma doce aventura.
2 de junho de 2015
Roseane Viana
Aos 11 anos o blog está um tanto quanto abandonado, o aniversario foi em 28 de abril e confesso que esqueci completamente. Mas, na verdade a maior parte dos blogs da minha geração estão abandonados, eu não consigo desistir do Koukla, até porque uma parte de minha vida na internet está aqui, e foi através deste cantinho que conheci pessoas maravilhosas que fazem parte da minha vida até hoje. E é sobre uma dessas pessoas que eu quero falar hoje, demorei um pouco, mas enfim aqui estou para me despedir da Ro como nos conhecemos, através da blosgosfera.Em 2004, quando inciei o Koukla e ele ainda era hospedado no webbloger, só em 2005 vim para o blogger, uma das primeiras pessoas que conheci foi a Roseane Viana, uma nutricionista amapaense, inteligente, bonita, alto astral, gente da melhor qualidade, claro que nos demos bem de cara, tínhamos muito em comum, nossa paixão por viagens, carnaval, Chiclete com Banana, negritude, Frida, o Norte no país, o Nordeste, tapioca... Muito mesmo. E passamos a alimentar esta amizade ao longo dos anos através dos nossos blogs, e-mails, twitter e Facebook. Recebi seu convite de casamento e infelizmente não pude ir ao Amapá, mandei um telegrama e muita energia positiva e amor para os dois, acompanhei quando ela se mudou com o amado para a Alemanha, acompanhei as viagens e estudos dela, acompanhei o início da sua doença, um câncer de ovário agressivo.
Quando em abril deste ano Ro nos deixou, após ser uma guerreira incansável eu me senti triste como quando perdi minha amiga de infância, Simone, para a mesma doença no final de 2013, queria escrever e não conseguia porque simplesmente chorava, queria dizer o quanto eu a admirava e amava, e que vou sentir saudades dela, queria agradecer por tudo, pelo lindo cartão que ela me mandou de Nantes, na França, porque a frase falava sobre L'Amour e segundo ela como não lembrar de mim. Queria dizer que Ro, você combateu o bom combate e merece ser muito feliz, seja feliz minha irmã, até o nosso reencontro.
5 de março de 2015
Chorona
Sou besta para rir e besta para chorar. Sou besta (ponto). Mas, isso não é algo que eu venha me tornando com o passar do tempo. Quando criança eu já era uma drama queen, que o diga minha mãe quando eu tive catapora e me transformei numa pequena déspota aos quatro anos. Mas eu estava dodói, aí pode. E vou falar sobre meus choros com livros, deixarei para outro post meus choros com filmes.
O primeiro livro, ainda criança que eu lembro de ter lido e chorado muito foi "Meu Pé de Laranja Lima", o raio do Portuga tinha que morrer? Tinha?? Vocês sabem como isso afeta uma criança? bem ao menos a mim afetou muito. Eu não tenho medo de morrer, mas morro de medo da morte, das pessoas que eu amo, perder as pessoas que eu amo é um medo atávico!
Depois lembro que chorei lendo "O Refúgio Secreto", livro sobre uma família que ficou escondida em um guarda roupa na Holanda, durante a Segunda Guerra, mas depois foram para um campo de concentração e aí já viu, a sobrevivente escreveu o livro. Aí só lembro de ter chorado muito lendo Não sei exatamente qual volume de "Operação Cavalo de Tróia". Depois disso passei um período sem muitos dramas, acho até que quando Heitor morreu na Ilíada em nem chorei, mas não posso confirmar.
Aí estou toda serelepe lendo Harry Potter, e chorei, mas muito pouco quando Sirius morreu, tudo bem, deixei passar. Mas quando Dobby morreu não! Não sei se perdoei a J. K. Rowling até hoje! Não dava para ser como o Tolkien em Senhos dos Anéis não minha filha?! Quando eu soube que A Culpa é das Estrelas era negócio com doente terminal com câncer eu disse "pode passar o leite que chupei manga", mas daí uma amiga que é louca pelo livro tanto insistiu que eu acabei lendo, e ainda tive a infeliz ideia de ler durante uma viagem a trabalho, sozinha no hotel, chorando, a camareira entrou e ficou toda preocupada, claro. E eu pensei com meus botões, nunca mais caio nessa, só leio agora livro com final feliz e pronto.
Eu não podia estar mais enganada... Estou eu zapeando de canal e me deparo com o filme Divergente, gostei, gostei mesmo, aí lembrei que já tinha visto os livros, e como sempre prefiro os livros aos filmes, com raras exceções disse vou ler logo tudo, antes que o segundo filme estreie nos cinemas este mês. Rapidamente li Divergente, Insurgente e o raio do Convergente, resultado, eu chorando como se tivesse acontecido uma tragédia do tamanho do mundo (no livro aconteceu), resumindo, por favor eu não tenho isso de spoiler, eu leio ou vejo a mesma coisa trocentas vezes, logo não ligo a mínima para spoiler. E a resposta é sim, se você estiver se perguntando se eu choro todas as trocentas vezes. Logo gostaria de pedir encarecidamente, se alguém souber que eu vou começar a ler um livro que o final é uma desgraceira, faz favor de me avisar, combinado?!
O primeiro livro, ainda criança que eu lembro de ter lido e chorado muito foi "Meu Pé de Laranja Lima", o raio do Portuga tinha que morrer? Tinha?? Vocês sabem como isso afeta uma criança? bem ao menos a mim afetou muito. Eu não tenho medo de morrer, mas morro de medo da morte, das pessoas que eu amo, perder as pessoas que eu amo é um medo atávico!
Depois lembro que chorei lendo "O Refúgio Secreto", livro sobre uma família que ficou escondida em um guarda roupa na Holanda, durante a Segunda Guerra, mas depois foram para um campo de concentração e aí já viu, a sobrevivente escreveu o livro. Aí só lembro de ter chorado muito lendo Não sei exatamente qual volume de "Operação Cavalo de Tróia". Depois disso passei um período sem muitos dramas, acho até que quando Heitor morreu na Ilíada em nem chorei, mas não posso confirmar.
Aí estou toda serelepe lendo Harry Potter, e chorei, mas muito pouco quando Sirius morreu, tudo bem, deixei passar. Mas quando Dobby morreu não! Não sei se perdoei a J. K. Rowling até hoje! Não dava para ser como o Tolkien em Senhos dos Anéis não minha filha?! Quando eu soube que A Culpa é das Estrelas era negócio com doente terminal com câncer eu disse "pode passar o leite que chupei manga", mas daí uma amiga que é louca pelo livro tanto insistiu que eu acabei lendo, e ainda tive a infeliz ideia de ler durante uma viagem a trabalho, sozinha no hotel, chorando, a camareira entrou e ficou toda preocupada, claro. E eu pensei com meus botões, nunca mais caio nessa, só leio agora livro com final feliz e pronto.Eu não podia estar mais enganada... Estou eu zapeando de canal e me deparo com o filme Divergente, gostei, gostei mesmo, aí lembrei que já tinha visto os livros, e como sempre prefiro os livros aos filmes, com raras exceções disse vou ler logo tudo, antes que o segundo filme estreie nos cinemas este mês. Rapidamente li Divergente, Insurgente e o raio do Convergente, resultado, eu chorando como se tivesse acontecido uma tragédia do tamanho do mundo (no livro aconteceu), resumindo, por favor eu não tenho isso de spoiler, eu leio ou vejo a mesma coisa trocentas vezes, logo não ligo a mínima para spoiler. E a resposta é sim, se você estiver se perguntando se eu choro todas as trocentas vezes. Logo gostaria de pedir encarecidamente, se alguém souber que eu vou começar a ler um livro que o final é uma desgraceira, faz favor de me avisar, combinado?!
14 de fevereiro de 2015
Crazy in Love
Sim, vou falar sobre Cinquenta Tons de Cinza, o filme. Só que antes vou mais uma vez falar sobre livros, just in case. Gosto de ler desde criança, meu primeiro livro, que tenho até hoje chama-se A Vaca Voadora, e é muito bom. Tenho também até hoje livros como O Escaravelho do Diabo e a Ilha Perdida. Na adolescência passei a ler livros como O Cortiço e me apaixonei pelo primeiro personagem literário Heathcliff do Morro dos Ventos Uivantes. Lia também as revistas Julia, Sabrina e Bianca e lembro que uma vez um professor de literatura disse que tínhamos que ler ao menos uma página por dia, do que fosse, e eu morta de vergonha disse que lia estas revistas, ele riu e disse continue lendo tudo o que você gostar, mas leia.
Meu gosto literário na fase adulta vai de Beauvoir e Garcia Marquez, as irmãs Brontë, até toda a Saga Crepúsculo e Cinquenta Tons de Cinza, basta vocês clicarem na TAG livros na área direita do blog que vocês vão ver. Imaginem minha empolgação, depois de me apaixonar pelo vampiro Edward Cullen, saber que uma fã da série havia escrito livros para adultos como uma homenagem a Saga. Pois foi isso que a E.L. James fez. Claro, eu caí de amores por Christian Grey. A única coisa que me chateou é que eu percebi que é mais fácil eu encontrar um vampiro pulando carnaval aqui em Recife, do que um Christian Grey, pobre de mim.
Esperava há mais de dois anos por esse filme, mas a espera mais que valeu a pena, o filme não é só sobre sexo, ou uma relação BDSM, é uma história de amor. E com relação ao sexo e às relações BDSM, entre quatro paredes, tudo que for consensual para mim está valendo, não julgo ninguém.
Eles foram fiéis ao livro, cuidadosos, o Jamie Dornan que interpreta Christian Grey está perfeito e lindo, e finalmente de cara eu gostei de um ator que dá vida a um personagem literário que eu amo. A Dakota Johnson que dá vida a Ana Steele está muito bem, eu tinha medo que ela fosse uma Kristen, em Crepúsculo. A trilha sonora é perfeita. Os diálogos seguem bem direitinho o que a autora do livro criou. Eu não pretendo ser uma crítica de cinema e claro que falo como uma fã de Cinquenta Tons. Mas o que me irritou em algumas críticas que li foi o fato de tratarem as pessoas que estão gostando do filme, assim como gostaram do livro como idiotas ou inferiores. Acho o cúmulo do preconceito e do esnobismo você achar que só quem lê Kafka (já li) é inteligente, ou então só quem assiste cinema europeu tem alguma noção do que é bom (tenho zilhões de DVD's franceses, alemães e ingleses, mas confesso que o cinema que eu amo é o argentino.
Então menos preconceito, arrogância e baboseira, por favor. Respeito é bom, e nós, fãs de Cinquenta Tons gostamos. E se você ainda não viu o filme por ter lido críticas negativas ou estar com vergonha, esqueça, e corra para o cinema. Mr. Grey estará lhe esperando...
Meu gosto literário na fase adulta vai de Beauvoir e Garcia Marquez, as irmãs Brontë, até toda a Saga Crepúsculo e Cinquenta Tons de Cinza, basta vocês clicarem na TAG livros na área direita do blog que vocês vão ver. Imaginem minha empolgação, depois de me apaixonar pelo vampiro Edward Cullen, saber que uma fã da série havia escrito livros para adultos como uma homenagem a Saga. Pois foi isso que a E.L. James fez. Claro, eu caí de amores por Christian Grey. A única coisa que me chateou é que eu percebi que é mais fácil eu encontrar um vampiro pulando carnaval aqui em Recife, do que um Christian Grey, pobre de mim.
Esperava há mais de dois anos por esse filme, mas a espera mais que valeu a pena, o filme não é só sobre sexo, ou uma relação BDSM, é uma história de amor. E com relação ao sexo e às relações BDSM, entre quatro paredes, tudo que for consensual para mim está valendo, não julgo ninguém.
Eles foram fiéis ao livro, cuidadosos, o Jamie Dornan que interpreta Christian Grey está perfeito e lindo, e finalmente de cara eu gostei de um ator que dá vida a um personagem literário que eu amo. A Dakota Johnson que dá vida a Ana Steele está muito bem, eu tinha medo que ela fosse uma Kristen, em Crepúsculo. A trilha sonora é perfeita. Os diálogos seguem bem direitinho o que a autora do livro criou. Eu não pretendo ser uma crítica de cinema e claro que falo como uma fã de Cinquenta Tons. Mas o que me irritou em algumas críticas que li foi o fato de tratarem as pessoas que estão gostando do filme, assim como gostaram do livro como idiotas ou inferiores. Acho o cúmulo do preconceito e do esnobismo você achar que só quem lê Kafka (já li) é inteligente, ou então só quem assiste cinema europeu tem alguma noção do que é bom (tenho zilhões de DVD's franceses, alemães e ingleses, mas confesso que o cinema que eu amo é o argentino.
Então menos preconceito, arrogância e baboseira, por favor. Respeito é bom, e nós, fãs de Cinquenta Tons gostamos. E se você ainda não viu o filme por ter lido críticas negativas ou estar com vergonha, esqueça, e corra para o cinema. Mr. Grey estará lhe esperando...
10 de fevereiro de 2015
Heróis literários ou Forever 17
Geralmente todas as mulheres que eu conheço que leem os autores britânicos como Jane Austen, Emily e Charlotte Brontë, Thomas Hardy, tendem a se apaixonar...
PAUSA
Sim, nós nos apaixonamos por personagens de livro e isso é normal, acredite.
DESPAUSA
pelo Mr. Darcy, de Orgulho e Preconceito, claro que eu amo Darcy, Rochester e não morro de amores por Angel Clare, devo confessar, mas quando li pela primeira vez aos 11 anos de idade, e até hoje, quando releio uma vez por ano o meu amor literário é o Heathcliff, de Morro dos Ventos Uivantes. Ele não é bom, não, ele é sombrio, mas ele é uma pessoa passional, que ama, que é capaz de atos extremos e me desculpem, mas eu não gosto daquela coisinha café com leite do Angel Clare por exemplo. E agora vocês devem estar se perguntando aonde eu quero chegar com isso. Explico.
Em 2011, uma autora britânica que realmente eu nunca tinha ouvido falar, escreveu um livro cuja literatura deixava a desejar, mas que falava de sexo e amor e criou um novo personagem literário apaixonante, o famoso Christian Grey, o cara é problemático, mas ama como um Heathcliff, resultado, caí de amores pelo moço, assim como a adolescente que se apaixonou por Heathcliff, e tudo isso para dizer que amanhã vou ver o filme, que pelo que eu vi está bom demais. E com um adendo, ninguém, ao menos para mim, consegue ser o perfeito Heathcliff no cinema, entretanto o Jamie Dornan é o perfeito Christian Grey!
PAUSA
Sim, nós nos apaixonamos por personagens de livro e isso é normal, acredite.
DESPAUSA
pelo Mr. Darcy, de Orgulho e Preconceito, claro que eu amo Darcy, Rochester e não morro de amores por Angel Clare, devo confessar, mas quando li pela primeira vez aos 11 anos de idade, e até hoje, quando releio uma vez por ano o meu amor literário é o Heathcliff, de Morro dos Ventos Uivantes. Ele não é bom, não, ele é sombrio, mas ele é uma pessoa passional, que ama, que é capaz de atos extremos e me desculpem, mas eu não gosto daquela coisinha café com leite do Angel Clare por exemplo. E agora vocês devem estar se perguntando aonde eu quero chegar com isso. Explico.
Em 2011, uma autora britânica que realmente eu nunca tinha ouvido falar, escreveu um livro cuja literatura deixava a desejar, mas que falava de sexo e amor e criou um novo personagem literário apaixonante, o famoso Christian Grey, o cara é problemático, mas ama como um Heathcliff, resultado, caí de amores pelo moço, assim como a adolescente que se apaixonou por Heathcliff, e tudo isso para dizer que amanhã vou ver o filme, que pelo que eu vi está bom demais. E com um adendo, ninguém, ao menos para mim, consegue ser o perfeito Heathcliff no cinema, entretanto o Jamie Dornan é o perfeito Christian Grey!
1 de dezembro de 2014
Balanço 2014
Então é o seguinte, mais um ano terminando, vamos a um balanço do que aconteceu este ano:
Janeiro, não fui à praia e devo ter tentado começar algum regime que claro não deu certo, só me fez ficar ansiosa e aumentar pelo menos um quilo.
Fevereiro, carnaval bom demais, e finalmente consegui me fantasiar de Frida!
Março, após 18 anos estive em Salvador.

Abril, fui para Belém pela primeira vez.E também pela primeira vez ganhei uma rosa de Roberto Carlos entregue em minhas mãos... O que foi muito bom porque se ele jogasse com meu reflexo doido eu nunca pegaria e ainda correria o risco de morte por pisoteamento...
Maio, só lembro do dia das mainhas, e início das pesquisas eleitorais mais assíduas.

Junho, um misto de pesquisa eleitoral e copa do mundo! Loucuraaaaaaaa dessa que vos escreve. sempre fui louca por futebol, vi jogos maravilhosos e ainda pude ver a seleção brasileira na Arena Castelão!
Julho, os 7 X 1 fatídicos, e mais pesquisas.
Agosto, pesquisas toda semana e volta a Petrolina após oito anos sem ir lá.
Setembro: política, eleições e mais pesquisas.
Outubro, fim do primeiro turno e mini-férias de uma semana, conhecer amigas queridas em Beagá, com direito a ida em Ouro Preto e minha primeira joaninha de verdade no parque JK. Some-se a isso militância e campanha como há tempos eu não fazia.



Novembro, volta ao trabalho normal, com mais pesquisas, só que desta vez com outros temas além de política.Com o detalhe de que minha casa já está decorada para o Natal desde o dia primeiro...
Janeiro, não fui à praia e devo ter tentado começar algum regime que claro não deu certo, só me fez ficar ansiosa e aumentar pelo menos um quilo.
Fevereiro, carnaval bom demais, e finalmente consegui me fantasiar de Frida!Março, após 18 anos estive em Salvador.
Maio, só lembro do dia das mainhas, e início das pesquisas eleitorais mais assíduas.

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Junho, um misto de pesquisa eleitoral e copa do mundo! Loucuraaaaaaaa dessa que vos escreve. sempre fui louca por futebol, vi jogos maravilhosos e ainda pude ver a seleção brasileira na Arena Castelão!Julho, os 7 X 1 fatídicos, e mais pesquisas.
Agosto, pesquisas toda semana e volta a Petrolina após oito anos sem ir lá.
Setembro: política, eleições e mais pesquisas.
Outubro, fim do primeiro turno e mini-férias de uma semana, conhecer amigas queridas em Beagá, com direito a ida em Ouro Preto e minha primeira joaninha de verdade no parque JK. Some-se a isso militância e campanha como há tempos eu não fazia.



Novembro, volta ao trabalho normal, com mais pesquisas, só que desta vez com outros temas além de política.Com o detalhe de que minha casa já está decorada para o Natal desde o dia primeiro...
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21 de outubro de 2014
Das voltas
Depois de escrever o post anterior eu percebi que este ano foi o ano dos retornos, calma que explico.
Voltei à Salvador e Petrolina a trabalho, a última vez que fui a Salvador havia sido no carnaval de 1996, e a outra cidade que estive foi Petrolina que tinha ido em 2006, também a trabalho.
Além das miniférias em Beagá e Ouro Preto, um revival de 22 anos, eu ainda dei um pulinho, literalmente no Pão de Açúcar, no Rio, onde havia estado pela última vez em 2001. O pulinho deveu-se ao fato de eu ter três horas de conexão, sem nada para fazer da vida, com o kobo descarregado, ou seja, nem um livrinho para ler... afff! Foi bom voltar a todas as cidades, mas eu continuo gostando mais dos 40 que dos meus 20... Enfim, c'est la vie!
| 2014 |
| 1996 |
16 de outubro de 2014
E assim se passaram 22 anos...
| 1992 |
| 2014 |
Pegamos o ônibus de volta às 18h, chegamos a Beagá às 20h, e nos perdemos, mas nos perdemos tanto e tão lindamente que só conseguimos chegar a casa de minha querida Virgínia por volta das 22h, quando ela já estava nos dando por abduzidas.
Pois é, eu me perco, tem coisas que nunca mudam!!!
25 de setembro de 2014
Venimim férias!
Rapidinhas... não sejam maldosos ou bondosos, vou falar de várias coisas em um único post, então vai ser tudo bem rápido.
Primeiro, enfim só faltam 10 dias para as eleições, e sabe quando você está tendo dor de cabeça dia sim e o outro também? Pois, estou assim e acho que vou ficar assim até a próxima semana. Mas o que me anima é ver Dilma crescendo e voltando a ter chances de ganhar no primeiro turno.
Segundo, quando viajo a passeio dificilmente ando de táxi, aqui em Recife idem, mas lá em Petrolina há lugares que só indo de táxi. E os taxistas de lá são muito legais, tipo muito mesmo, não enrolam você, são gentis e atenciosos, uma diferença dos daqui de Recife que só vendo. E falando em mobilidade nunca pensei que este dia chegaria, mas estou com saudades de pegar meu metrô todos os dias de manhã.
Terceiro, eu tinha um sonho de infância, tomar banho no rio São Francisco, realizei, e que rio lindo e limpo e tudo de bom, parece o mar, eu como fiz com a neve não quis nem saber, provei o rio, e ele é doce...
Terceiro, eu tinha um sonho de infância, tomar banho no rio São Francisco, realizei, e que rio lindo e limpo e tudo de bom, parece o mar, eu como fiz com a neve não quis nem saber, provei o rio, e ele é doce...
21 de setembro de 2014
Uma mulher
Conheci a carioca Maria Rezende através do poema Pau Mole, sim é este o nome e vale muito clicar e ouvi-la declamando. E aí me apaixonei pela poesia da moça, recomendo que vocês ouçam dela também, o belo poema Risco. Ela é de uma poeta da novíssima geração, que começou a difundir sua obra através da internet, apresentações e possui dois livros publicados. Apreciem!
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50 Coisas...
...que talvez vocês não saibam sobre mim: 1. Já andei de gôndola em Veneza (2004)e de planador na Academia da Força Aérea (1992), em Piras...
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Eu sei, eu sei que prometi que estaria aqui com mais frequência, mas, não deu. Dessa vez nem vou prometer, simplesmente vou postar quando de...




